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domingo, 17 de junho de 2007

Bluetooth, wireless e o humor português

Esta tartaruga de aparência violenta é a encarnação de um sábio da Atlântida chamado Bluetooth. Era assim chamado porque tinha a capacidade de transmitir pensamentos através de um dente azul. Como esse dente ficou azul e que é que isso tem a ver com a tecnologia homónima, usada nos telemóveis e não só, permanece um mistério.

Bem, esse sábio actualmente mora na minha marquise e só nada em Frise.
Recentemente disse-me (bem, pensou e eu ouvi) que tinha uma mensagem importante para o mundo e que só poderia ser transmitida a um ser extremamente puro e inteligente, mas só me via a mim e estava farto de esperar. A mensagem que me transmitiu é deveras preocupante!

O humorista Herman José, de cabelo castanho, irreverente e genial foi raptado por um grupo intitulado TMNT que não é mais do que a encarnação de um grupo de sábios malignos inimigos de Bluetooth chamado os Wireless que possuíam poderes semelhantes aos seus.

Para o desaparecimento do Herman não ser descoberto, os Wireless substituíram-no por uma réplica apaneleirada e loira, sem a mínima graça. Porquê? Porque na cultura atlante, a iluminação espiritual só pode ser alcançada através do humor, e digam o que disserem o Herman verdadeiro era o senhor supremo em Portugal. Raptaram-no para o usarem e substituíram-no por aquilo que vemos.

Os Gato Fedorento são o próximo alvo...se não fizermos nada daqui a uns tempos temos um esquadrão G no lugar deles e nem achamos estranho. Nããããããããõooooooo!

terça-feira, 27 de março de 2007

Hora H, ora merda!



É impressão minha ou o hora H não tem ponta por onde se lhe pegue?
Já tentei ver o programa mais de uma vez, mas não tenho pachorra para semelhante seca.
Há quem diga que a culpa é do Gato Fedorento, mas eu acho que não tem nada a ver. O programa é mau.
O elenco já começa a perceber o mesmo, Maria Vieira despediu-se pois a sua personagem (D. Coisinha) não fazia mais nada a não ser estar deitada no chão.
Estará o Herman fora de forma depois de anos de talk-shows? Ou perdeu mesmo jeito? Na minha modesta opinião, até porque como disse ainda não consegui ver um programa até ao fim, o problema é o programa “pendurar-se” demasiado no Herman (demasiadas personagens, sem aprofundar nenhuma). O Herman é um génio, tudo bem, mas precisa que puxem por ele para desenvolver todo o potencial e entrar com improvisos. É preciso um José Pedro Gomes, um Nuno Lopes (actor de Alice, que fazia de Interino no C.R.E.D.O.), um Monchique, uma Ana Bola ou uma Rueff em grande forma para pôr o Herman a todo o vapor. Quando puxam por ele, ele embala e o próprio elenco mija-se a rir durante o sketch. Isto não está a acontecer nem de perto nem de longe...
R.I.P. Herman? Talvez não, mas já a hora H....

P.S. - já repararam como eu gosto de reticências? Pois...