sexta-feira, 27 de junho de 2008

Inventei um ditado popular


Depois de receber a última conta de electricidade inventei um ditado popular:

Os pirilampos dão luz pelo cú, nós damos o cú pela luz.

É tudo por hoje, portem-se bem.

P.S. - sim é um balão de S. João, mas digam lá que não parece uma lâmpada...

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Triste regresso



Não interessa de quem foi a culpa, se é que existe um culpado... Acabou.

Agora só lhes resta baixar as orelhas, pegar nas trouxas e voltar para casa.

Agora não esperem é ajuda para empurrar o autocarro de volta!

Eu tinha um mau pressentimento neste europeu, é que era muito vermelho no equipamento... :)

domingo, 25 de maio de 2008

Poema politicamente incorrecto


Antes de vos brindar com mais uma pérola de sabedoria queria pedir desculpas ao(s) leitor(es) deste blog pela falta de actualização. Falta essa que se deve a uma razão simples, mas de resolução complexa:
Não tenho a vossa vida.

Depois deste sentido pedido de desculpas queria recitar um poema pouco conhecido de um poeta que é ainda menos conhecido e eu não tenho a mais pequena ideia de quem seja. Aqui vai:

Fui ao mar colher laranjas
e lá encontrei um búzio
quando cheguei a casa
em cima da cama o puseo.

Ora este poema tem tanto de poético como de actual. Debrucemo-nos na problemática da pesca, os pescadores vão fazer greve por causa da escalada do preço do crude. Soa mesmo bem escalada do preço do crude, não soa? Quer dizer subida do preço do petróleo, mas nos telejornais diz-se assim.

Como eu ia dizendo, os pescadores estão de greve e o poema começa precisamente por: fui ao mar colher laranjas, que na realidade quer dizer: fui á doca encontrar pescadores descontentes para os convencer a votar no PSD na próxima eleição.

Continua com: e lá encontrei um búzio, ou seja, molusco gastrópode aquático semelhante a um grande caracol de água, um animal estranho e rebuscado, o Paulo Portas. Que já se encontrava a moer a paciência dos pescadores.


Quando cheguei a casa em cima da cama o puseo.
Esta parte é de interpretação mais difícil, mas eu vou explicar. Porque é que atiramos alguém para cima da nossa cama mal chegamos a casa?

Para fazer amor ou para ter sexo, que pode ainda ser dito de outra maneira para a f..der.

Em resumo, o poema trata da odisseia de um social democrata na tentativa de colher votos dos pescadores, mas quando chega vê que Paulo Portas adiantou-se. No final apesar de tudo consegue...lixá-lo.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Esteios

Há pessoas que são como esteios!
(versão rural de "como uma porta" ou "burro como uma porta").

Essas pessoas ao contrário dos esteios, que são um excelente apoio , além de não servirem de apoio têm o dom de complicar ainda mais a situação.

Não só não ajudam como atrapalham!

Agora vocês estão à espera que eu deixe a generalidade e comece a especificar de que caralh* é que estou a falar.

De ninguém, o que se passa é que eu tinha esta fotografia tão bonita de um esteio e queria colocá-la aqui, então tive que arranjar um texto "de gancho".

P.S. - os esteios são aquelas colunas de pedra que servem para suportar a ramada.
P.S.2- uma ramada é uma estrutura que segura as videiras.
P.S.3 - uma videira é uma... Ah estudem, ignorantes!!! ;P

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Porque é que os cães andam descalços na areia?

Porque é que os cães andam descalços na areia, nomeadamente na praia?

Essa é uma questão de extrema importância na resolução da crise do "subprime" e mesmo na prevenção de uma crise de iguais proporções na economia mundial.

Os cães costumam colocar-se de cócoras quando defecam e essa é a posição ideal para defecar. Mesmo o Homem deveria defecar de cócoras pois os joelhos comprimem a cavidade abdominal ajudando a evacuação.

As sanitas são um mal da sociedade actual pois induzem uma incorrecta posição para evacuar e depois não há iogurte bífido que nos valha. A prova disso é que os cães não comem iogurtes bífidos e não têm problemas desses como a Fátima Lopes (a do programa da SIC, não a estilista madeirense). Os cães levantam uma perna (pata traseira) para urinar (é o mesmo que mijar) para não mijarem (é o mesmo que urinarem) as patas da frente (mãos). Outra possibilidade seria colocarem-se em pé, mas como os cães não são bípedes dava muito nas vistas então eles preferem levantar uma pata traseira (pé). Os cães que não têm uma pata traseira (pernetas) não podem levantar a outra pata traseira porque senão caíam e como é fodido (difícil) estar em pé só com uma pata (pé) e mijar (urinar) ao mesmo tempo eles não urinam (mijam ) então comem muitas fibras para ficar com diarreia (caganeira) e expulsar os líquidos pelas fezes (merda).

Os cães pernetas (coxos de um pé (pata)) deixam um rasto na areia da praia peculiar, uma das pegadas é mais funda. Foi com uma funda que David venceu o Golias, a propósito, mas não tinha areia tinha uma pedra.

O "subprime" não tinha acontecido se todos cagassemos (defecassemos) de cocaras como os cães que deixam pegadas na areia. E agora queria deixar-vos com umas questões de extrema relevância para o futuro da relação económica entre Ermesinde e o Vaticano:

-Como defeca um cão perneta (sem uma pata traseira (pé))?
-Quantos parênteses tem este texto?
-Haverá limite para a minha capacidade de criar anormalidades na forma escrita e/ou falada?
-Já leram texto mais cretino? Mesmo dentro dos meus textos?

Um abraço

sexta-feira, 28 de março de 2008

Aborrecimento de morte

Sim, eu sei que tenho estado ausente... Falta de assunto e mais que fazer! Mas hoje a caminho do trabalho passei por um funeral e isso deixou-me pensativo. Como eu só penso em merda arranjei logo tema para um novo post.

Cheguei à conclusão que não sou imortal. Pode ser um choque para vocês, mas é verdade por muito que vos custe.

Depois desta chocante conclusão andei a pensar nas providências que tenho que tomar tendo em mãos esta nova informação. A única coisa que me preocupa na morte é o meu funeral. Não tenho ido a muitos funerais mas todos a que fui eram muito pouco animados, aborrecidos até!

Todos?!? Não, um a que fui tinha umas velhas que berravam como se tivessem atracado a gaita no fecho das calças! Faziam um chinfrim medonho e nem sequer eram da família. O escândalo era tão grande que até os parentes mais próximos do falecido ficavam incomodados.
Isto parecendo que não trás duas grandes vantagens:
Primeira: o barraco é tão grande que as pessoas mais próximas do falecido ficam tão estupefactas e irritadas com a falta de sensibilidade que por momentos esquecem a dor que as corrói.
Segunda e não menos importante: Proporciona animação para as pessoas menos chegadas ao falecido que estavam aborrecidas de morte.

Assim sendo, pedi a quem me é próximo que trate de contratar duas velhas para gritarem no meu funeral. Deve deixar claro que o pagamento é directamente proporcional ao escândalo, ou seja, quanto mais gritarem, mais ganham e se arrancarem cabelos ou rasgarem a roupa recebem ainda mais.

A selecção das velhas deve ser criteriosa:
a) devem ter uma destas profissões: peixeira, galinheira, empregada fabril, doméstica, prostituta ou feirante.
b) ver alínea a.

Não é necessário que sejam duas velhas mas não podem ser menos. Não entendam isto mal, uma velha é perfeitamente capaz de armar o cagaçal necessário, mas mais vale prevenir e ter uma velha suplente. É que as velhas adoecem muito e às vezes morrem sem avisar, então é preciso estar prevenido com uma de reserva.

Tendo tratado deste assunto já posso morrer descansado, mas espero que não seja neste milénio!

Ah, já me esquecia, quero também uma campa tunning. Com luzes azuis debaixo do rebordo da tampa e em vez duma cruz quero um cata-vento luminoso.

Ah, e o padre do funeral tem que ser preto. Para dar alguma cor à cerimónia.

sábado, 8 de março de 2008

Os nossos super-heróis


Portugal tem um grupo de pessoas com super-poderes, mas esses poderes são muito fracos e só funcionam em conjunto. Só com a força conjunta do grupo é que os poderes funcionam de forma satisfatória.

O poder é a telecinésia, mais especificamente a capacidade de levitar com a força da mente. Eles dão as mãos e com o poder da concentração conjunta elevam-se no ar.

O nosso país anda tão entusiasmado com a ideia de termos super-heróis que existe um registo diário dos progressos do grupo que é divulgado na imprensa, muitas vezes sob a forma de um gráfico.


O grupo é composto por vinte indivíduos psicologicamente evoluídos, o PSI 20.